Dez e quarenta da noite e eu começando a escrever sobre Rubens. Porém, precisando de mais dados recorro a grande rede. Twitter na aba seguinte e um post - coincidente - do dito cujo: "time to go... karting with the kids here in Orlando tomorrow".quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Respeito para quem merece
Dez e quarenta da noite e eu começando a escrever sobre Rubens. Porém, precisando de mais dados recorro a grande rede. Twitter na aba seguinte e um post - coincidente - do dito cujo: "time to go... karting with the kids here in Orlando tomorrow".quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
A lâmpada
domingo, 1 de janeiro de 2012
Negócio da China

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
O Momento feliz - onde está?
quarta-feira, 28 de dezembro de 2011
Idolatrando
Acordei e me deparei com Senna. Poderia ser domingo de glória, mas era nostalgia em dia de semana, nas férias. Tenho vinte anos, facilitando para você, nasci em 1991. Não tenho memória sobre Ayrton, mas tenho saudade. É estranho mesmo.Só para terminar a recomendação, assim como "Dois filhos de Francisco", todo Brasileiro deve assistir "Senna" - eu não me canso de assistir. A ficha cai diante do mundo sujo do esporte, das personalidades obcecadas pelo máximo, dos momentos ruins vividos pelo ser humano e refazendo seus momentos de herói.
O que mais me tocou foi o contexto social do heroísmo do nosso eterno piloto. Um país miserável, humilhado, sem motivo para acreditar em si. Vem um sujeito que já nascera bem e faz o hino brasileiro tocar. Exibe a bandeira com orgulho. Vence, vence, convence sempre.
O talento, aliado a inteligência, simpatia e a espontaneidade permitida aos pilotos daquele tempo tornou Ayrton Senna um dos grandes ídolos do esporte mundial e o maior ídolo extra-futebol que já tivemos, um feito e tanto considerando nosso mundinho canarinho.
Certa vez, a publicação semanal do Lance! fez uma matéria - de capa - sobre o Guga. O motivo era, em decorrência de alguma data, o nosso manezinho ser o maior nome fora-bola que o esporte já produzira por aqui... com toda minha admiração e com todo respeito a Kuerten, ele está muito abaixo do eterno rival de Prost. Arrisco colocá-lo apenas - se tanto - abaixo de Pelé.
O que faz nascer um ídolo assim é algo ainda sem comprovação científica, apenas teorias. Maria Esther Bueno fez muito, também pelo tênis. Cielo já é nosso maior nadador... mas tem nomes e rostos que não emplacam.
Queiramos ou não, o marketing propôs e está colocando Neymar neste seleto hall. Alguma coisa não parece se encaixar. Ou por você está tudo certo? Assim seremos lembrados?
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Amor à distância

Uma vez Jimmy Page, grande guitarrista da banda Led Zeppelin, declarou amor a sua guitarra como se declara a uma mulher. Ele passou bons momentos em sua companhia e, mais do que isso, é quem é, hoje, graças a esse amor.
Com os times de futebol, o amor não é diferente. Constantemente vemos torcedores fanáticos que amam seus times como se ama uma pessoa. Há uma personificação do clube amado. O time é tudo para eles e, quando este está mal, também o estão. Isso é normal. Anormal, talvez, seja classificar esse amor doentio como algo aceitável e corriqueiro, mas isso acontece e não é raro encontrar esses torcedores.
Mas será que Jimmy Page e esses torcedores devotos manteriam seu amor declarado a sua guitarra ou seu time de futebol quando este está a quilômetros de distância?
Com uma mulher, o amor se mantém. Não há tempo que mude sentimento tamanho. Não há distância que apague o que se sente por uma mulher, ainda mais com as facilidades de comunicação de um mundo moderno.
Quando a amada está longe, realmente longe, você tem saudade, tem medo, fica preocupado, sente dor. Você quer, acima de tudo, que o tempo voe para tê-la em seus braços novamente. Mas a paixão permanece. A voz dela, ao telefone, te acalma. Uma foto ou conversa por web cam, a traz para perto, mesmo que virtualmente. Quem gosta de verdade, dá um jeito de fazer funcionar, não importam as barreiras.
E no futebol? É difícil imaginar um amor - no sentido mais forte da palavra - por um clube de futebol quando não se pode ir ao estádio, quando não se pode sentir a emoção e a vibração dos outros amantes, expressando o mesmo que você tem a dizer em uma sintonia sentida, porém inexplicável.
Para Jimmy Page, a guitarra é igual uma mulher e, provavelmente, hoje, ele viveria muito bem com seu amor distante. E o time de futebol? É igual uma mulher? Um amigo meu uma vez disse, um dia antes de se mudar para a Espanha, que não sentiria saudades de seu tão amado clube, o Flamengo. Fiquei tão surpreso ao ouvir aquilo de um dos flamenguistas mais apaixonados que já conheci. E olha que é difícil classificar isso. Mais tarde, pensando, entendi que o vínculo que ele criou ultrapassava o físico e presencial. Ele levaria desde então, não importa onde estivesse, aquele sentimento dentro dele. Assim como Forrest Gump levou Jenny, o amor de sua vida, por todas as suas viagens e fantasias solitárias.
















