Lembra quando falei que não teve emoção? Pois é, teve sim, foram apenas alguns lampejos individuais, seja na cobrança de falta de Ronaldinho ou num lance ou outro de Neymar ou nas duas bolas na trave de Leandro Damião, a segunda por sinal após um lance magnífico.quinta-feira, 15 de setembro de 2011
E aí Mano, tudo certo?
Lembra quando falei que não teve emoção? Pois é, teve sim, foram apenas alguns lampejos individuais, seja na cobrança de falta de Ronaldinho ou num lance ou outro de Neymar ou nas duas bolas na trave de Leandro Damião, a segunda por sinal após um lance magnífico.terça-feira, 13 de setembro de 2011
Indie, o rock underground
O Indie, por ser uma vertente do rock que não se caracteriza por um estilo musical, dispõe de artistas com várias idéias e propósitos musicais.
Um dos primeiros grupos propriamente Indie foi o Joy Division. Em 1977, inspirados pelo Punk e o eletrônico (que surgia na época), foi batizada (pela segunda vez) em homenagem a uma casa de prostituição da série The House of Dolls (1965). A banda teve seu fim em 1980 com o suicídio do vocalista e guitarrista Ian Curtis.
Nos anos 60 o Velvet Underground, apesar de considerado somente rock, já mostrava sinais do que estava por vir. Com um estilo sem muito público para a época, acabou sendo rechaçado pelas grandes gravadoras e teve uma carreira pouco vistosa. Apesar de poucos fãs, a banda vive no imaginário como sendo a inspiração para grandes artistas e grupos, como David Bowie, Nirvana, The Strokes e o próprio Joy Division.
Bandas mais recentes representam ainda melhor o estilo Indie. Com a facilidade de expor e divulgar suas músicas na internet vários outros tedem a seguir o mesmo caminho de "independência" que por exemplo a Bright Eyes e Death Cab For Cutie fizeram. Fundada em 2004, A Bright Eyes, tem como gravadora a Saddle Creek Records, selo oficial, fundada por Conor Oberst (compositor e guitarrista do grupo) e seu irmão Justin,
Todos esses exemplos nos mostram a verdade sobra a música, mesmo com pouco dinheiro, pouco apoio e sem uma gravadora grande, a boa música pode sim atingir seus objetivos.
sábado, 10 de setembro de 2011
A volta do patriota

sexta-feira, 9 de setembro de 2011
Aprendendo com o Latino
Feitos por DJs do mundo todo, essa forma de mixagem se tornou muito popular nos últimos anos. Para começar, coloco um link de um mashup com pequenas partes de 39 músicas, isso mesmo, 39! Vale a pena conferir: http://poucopop.com/39-musicas-em-um-dos-melhores-mashups-que-ja-ouvimos/de. Agora, apresento-lhes outros que em particular me agrada bastante.
Shut up, American boy é a união de Shut up and let me go dos Ting Tings com American Boy de Estelle. Riff e batida marcantes de Shut up and let me go acompanham muito bem a bela melodia de American Boy. Boa mistura.
Without me do Eminem é uma música muito usada em mashups por ter uma melodia que se encaixa em muitas harmonias. Nessa miscelânea, ela se encaixa com a também muito usada Better, Harder, Stronger do Daft Punk. Nesse vídeo há também a interação entre os clipes das músicas. Ficou muito bom.
O experimentalismo eletrônico do Radiohead com o jazz do The Dave Brubeck Quartet fundiu de forma agradável. Os compassos se encaixam perfeitamente. A excelente 15 Step ficou ainda melhor com os metais do jazz.
Michael Jackson e James Brown. Não precisa falar muita coisa.
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Cadê a raça?
Perder acontece. Nenhuma vitória em 6 jogos também acontece. Agora, o Flamengo jogar sem raça não era para acontecer. Não no sentido dicionário da palavra, mas no sentido de garra, de vontade de vencer, de não dar nenhum jogo como perdido. Ela estava lá na virada contra o Santos, e depois sumiu. “Raça, amor e paixão” não está no hino por acaso, esse é o lema do Flamengo. É a gasolina na Gávea, e sem ela o time não anda.
Ou alguém aí já viu o Fla vencer sem ela? Técnica, habilidade, e coisas dessas não são tão importantes no Flamengo. Lá quem brilha é quem quer, quem daria o sangue pelo manto. Os jogadores que fizerem isso vão ser ídolos. Lembram do Obina? Então.
Mas por que ela desapareceu? Nem as mudanças táticas que ocorreram por causa das lesões explicam. A torcida? Os rubro-negros tem muitos problemas, vaiam, xingam, mas sempre estão presentes. O patrocínio? Será que a duracell na camisa ta tirando a energia? Ou então o posicionamento no campeonato? Vice liderança não costuma ser problema pra ninguém.
Mas para o Flamengo foi. Se acomodar é normal, mas depois de ter perdido o 2º lugar para o Vasco hoje era o dia de entrar em campo com desejo de goleada. Aí o que aconteceu? Todo mundo ficou tristinho porque o Ronaldinho tava com a seleção e parecia um bando de deprimido em campo. Uns lances salvaram no 1º tempo e começo do 2º, mas no final era o time da displicência. Mesmo se o Messi tivesse jogando, sem garra o Flamengo não ganharia nem a Copa da Amizade.
O “invicto” perdeu mais uma, e caiu do topo para a 5ª colocação. Acontece. Agora é torcer pra que a raça volte amanhã contra o Corinthians, ou a luta pelo campeonato vira luta por vaga na sulamericana.
E parece que o Bahia virou peixe grande!
Ou na crise até sardinha vai, em Papai Joel?
domingo, 4 de setembro de 2011
Empolgante e ponto
Três gols em oito minutos são raros de acontecer mas, sinceramente, acredito que isso se deve muito mais à fragilidade do adversário. Daqui a alguns anos, poucos recordarão deste fato. Para mim, um clube do tamanho do Fluminense deveria apegar-se a resultados que enriquecem a história do clube, que representam momentos de glórias e alegrias. Vibrar diante de uma vitória é sempre aceito, defini-la do jeito que foi é atestar a incapacidade do grupo atual de obter grandes resultados, ou até resultados esperados.








